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1997  2 Horas  2007 > Nacional
IMDb:    / 10  |  votos

  Sinopse e detalhes 1997. O dia-a-dia do grupo de policiais e de um capitão do BOPE (Wagner Moura), que quer deixar a corporação e tenta encontrar um substituto para seu posto. Paralelamente dois amigos de infância se tornam policiais e se destacam pela honestidade e honra ao realizar suas funções, se indignando com a corrupção existente no batalhão em que atuam. Distribuidor Universal Pictures do Brasil Curiosidades 11 curiosidades Ano de produção 2007 Bilheterias Brasil 2.376.720 ingressos Data de lançamento Ver más..

Información

Título original Tropa de Elite -

Duração 2 Horas

Data de lançamento 2007

Idioma Português

Produção José Padilha

Sinopsis

 

Sinopse e detalhes

1997. O dia-a-dia do grupo de policiais e de um capitão do BOPE (Wagner Moura), que quer deixar a corporação e tenta encontrar um substituto para seu posto. Paralelamente dois amigos de infância se tornam policiais e se destacam pela honestidade e honra ao realizar suas funções, se indignando com a corrupção existente no batalhão em que atuam.

Distribuidor
Universal Pictures do Brasil
Curiosidades
11 curiosidades
Ano de produção
2007
Bilheterias Brasil
2.376.720 ingressos
Data de lançamento em VOD
Orçamento
4 000 000 $

Osso Duro de Roer
De Roberto Cunha

O filme de José Padilha chegou nas salas escuras turbinado por uma outra caveira: a da pirataria. Tem gente que acha que tudo não passou de um golpe de marketing. Se foi, pouco importa. Porque triste mesmo é perceber como o brasileiro cultua a mania de se dar bem em tudo. Assistir – ou comprar – um filme pirata é fazer parte de um crime. Está na hora das pessoas se tocarem disso. Volto a dizer, não sou contra quem copia para acervo. É assim desde os tempos das fitas cassete e não vai mudar. Mas copiar para ganhar dinheiro é crime e ponto final. São situações diferentes. Agora, vamos ao filme. Tropa de Elite já começa (perdão pelo trocadilho) atirando para todos os lados. Não suporto o ritmo, a letra (?) e nem considero música, mas é inegável que abrir o filme soltando o “pancadão” foi escolha mais do que acertada. Até porque situa o pessoal da poltrona e escancara a realidade das favelas cariocas. A abertura com parte dos créditos vem na seqüência, resgatando um hitdo Tihuana e aí, meu caro, você já se dá conta de que o sucesso desta produção não é obra do acaso. É obra de mestre. Mexer na cronologia e brincar com o tempo ao desenrolar a trama não é novidade. Cidade de Deus usou o mesmo recurso, mas evidencia que existem brasileiros que sabem fazer filme fora dos padrões, sem ser “tati-bi-tati”, e com qualidade. Embora narrado a maior parte do tempo, o recurso não deixou o resultado cansativo. Isso já é mérito de sobra. Outro ponto que vale o registro é a figura do antagonista, que não existe. O vilão é a situação que o protagonista se encontra. E a voz do capitão em off lembra você logo no início: “…ou se corrompe, ou vai para a guerra.” São muitas pérolas no filme e todas, sem exceção, fazem você mergulhar no submundo da corrupção no Brasil. Porque o filme retrata a polícia do Rio, mas espelha uma situação endêmica no País. A questão, por exemplo, do convívio e – também envolvimento – de estudantes de classe média alta com o tráfico suscitou uma boa discussão. E quando revela o pensamento dos jovens de um curso de Direito, criticando a polícia por seus atos, mostra a inversão de valores que é a raiz quadrada de uma visão obtusa que a sociedade – de uma maneira geral – tem de si mesma. Quem corrompe é bandido. Ponto. E capitão Nascimento pensa assim e “passa o dedo” em quem ajuda traficante a se armar. O elenco está sublime. Desde os “elementos” Caio Junqueira e o estreante André Ramiro como também o “meliante” Baiano, vivido por Fábio Lago. Fábio, aliás, é o nome do personagem vivido por Milhem Cortaz (Querô, A Concepção) e responsável por várias passagens hilárias como aquela que ele sintetiza o leva e trás de defuntos, por policiais, como “é a guerra da carne”. Seria mais cômico se não fosse tão trágico. Denúncia. O humor está presente em boa parte da trama e isso atenua o peso do tema. O sarcasmo é marca registrada em ótimas tiradas, como quando o coronel é passado para trás e Nascimento sentencia: “…ia fazer o que? Chamar a polícia?”Outro ponto bastante peculiar é na subida do morro, quando o Bope chega e o PM solta: ” faca na caveira e nada na carteira.” As cenas de violência são bem fortes. Tapas na cara, perdigotos de montão, tiros, microondas, torturas, tudo com muita dose de realidade. Quando o protagonista fala em tom irônico que o Bope, às vezes, parece uma seita, ele toca num ponto que se perdeu no tempo e virou uma ferida que não fecha. Afinal, entrar para uma corporação que representa a lei deveria ser mesmo repleto de rituais, simbologias e objetivos a seguir. De uns tempos para cá, e cada vez mais, isso se perdeu. Talvez o fascínio que o personagem tenha exercido sobre as pessoas seja esse resgate fictício, ou não, desses símbolos. É a justiça chegando como acontece nos filmes de mocinho e bandido. Só fica difícil saber em Tropa, na verdade, quem é o bandido? A edição é ágil e o som é porrada pura. A trilha (REM, Titãs, etc) foi bem escolhida e só destoou – de leve – a inclusão do hit dos anos 80 “Brilhar a Minha Estrela – Dá Mais Um” (expressão alusiva ao uso de drogas), do grupo Sangue da Cidade. O treinamento rendeu ótimas seqüências, diálogos e tiradas. Desde a reunião para falar dos recrutas, quando uma conjuntivite (provavelmente verdadeira) é objeto de piada e descontração na mesa. É nítido o entrosamento do grupo. E o que dizer da afirmativa/negativa do capitão “Nunca serão!”? Impagável. Não dá para negar, o filme tem timing perfeito. Nada de barriga. É pau puro. Como tem que ser. Parabéns aos realizadores. Desde já, figurando na elite do cinema nacional como uma tropa de responsa. Osso duro de roer.

Link Para Download Do Filme:

MEGA: https://mega.co.nz/#!Cc5VlZgZ!6oWp3Kf…

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